quarta-feira, 16 de junho de 2010

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O canto de morte
Eu vi ele cantar.
salva-te se puderes,
desfaça em pó as fibras laceradas pela dor

Mas é perdiçao de amor
Morre, que a felicidade dele é a morte
e acordar e começar tudo de novo

Ver ela em outro mundo,
nao esperes nada,
a luta com desgraça é inutil e ele nao pode ja lutar.

Engano encontro, eles nao tem nada nesse mundo
Caminhe a morte
suplique, e esqueça as ultimas agonias
É o esquecimento que salva da injuria memória de te-la;
E entao acabou, o mundo se apagou